O 33 Congresso SAE BRASIL, que ocorre em 7 e 8 de outubro de 2026 em São Paulo, trará um painel dedicado à ferrovia. Especialistas da indústria e da academia debaterão como novos vagões de alta capacidade e tecnologias digitais podem reduzir custos logísticos, aumentar a eficiência das operações e fortalecer a produção nacional de equipamentos ferroviários.
Em 7 de outubro, às 10h30, o 33 Congresso e Mostra Internacionais de Tecnologia da Mobilidade SAE BRASIL realizará um painel ferroviário no Auditório SAE BRASIL Bosch, localizado no Pavilhão da Bienal do Parque Ibirapuera, em São Paulo. O encontro, intitulado “Alta Capacidade e Inteligência Digital: Novos Pilares da Ferrovia Brasileira”, faz parte da Trilha Mobilidade e reunirá especialistas para discutir como a combinação de novos vagões, tecnologias embarcadas e produção local pode reduzir os custos logísticos do agronegócio e fortalecer a indústria nacional.
O painel será modulado por Paulo Maurício Costa Furtado Rosa, Diretor de Engenharia da Amstedrail, e contará com a participação de Marcelo Alexandre Prudente de Souza, Gerente Sênior de Serviços e Assistência Técnica da GBMX Greenbrier Maxion; Auteliano Antunes dos Santos Júnior, Professor Dr. Titular da Faculdade de Engenharia Mecânica (FEM) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP); e Vicente Abate, Presidente da ABIFER. O evento ocorre entre 7 e 8 de outubro de 2026, das 8h30 às 19h. O tema central do congresso é “Agroindstria e Mobilidade: Conectando Energia, Inovação e Desenvolvimento Sustentável”.
Tecnologia e capacidade para modernizar a ferrovia
O debate centralizará a evolução tecnológica dos sistemas ferroviários, focando na necessidade de ampliar a eficiência em um setor crucial para o escoamento da produção brasileira. Os temas principais incluem o desenvolvimento de vagões capazes de transportar volumes maiores, a incorporação de recursos digitais nos equipamentos e o papel da engenharia nacional na criação de soluções adaptadas às necessidades específicas do país.
A inteligência digital embarcada é outro eixo fundamental. Tecnologias voltadas ao acompanhamento dos equipamentos e das operações podem aumentar a confiabilidade, melhorar a manutenção e otimizar a movimentação de cargas. Essa estratégia visa modernizar a ferrovia e eliminar gargalos logísticos, contribuindo para uma cadeia de suprimentos mais competitiva.
Fortalecimento da produção nacional
Outro ponto de destaque será o fortalecimento da produção nacional de equipamentos e componentes ferroviários. Ao reunir representantes da indústria e da academia, o painel busca discutir como a inovação tecnológica, o conhecimento técnico e a capacidade produtiva brasileira podem tornar o modal ferroviário mais competitivo, ampliando sua participação na logística do agronegócio.
A discussão alinha-se ao tema geral do evento de 2026, que reúne lideranças para debater soluções que integram engenharia, inovação e infraestrutura, buscando aumentar a competitividade em diferentes modais de transporte. A programação completa está disponível no site oficial da entidade e as inscrições podem ser feitas diretamente pela plataforma digital.
Fonte: bra1.com.br






