A apicultora Suzane Cardoso encontrou na criação de abelhas não apenas a sua verdadeira vocação profissional, mas também uma forma de unir o amor pelo agronegócio à preservação da natureza em Paragominas, no Pará.
Vocação e os desafios do campo A paixão pelo setor agrícola acompanhou Suzane por toda a vida, culminando em seu encanto pelo universo apícola. “Percebi que havia encontrado algo que unia propósito, natureza e a possibilidade de construir meu negócio. Meu amor pelas abelhas faz com que os desafios se tornem leves”, conta.
Atuação em fazendas paraenses Atualmente, a rotina da apicultora envolve o manejo e a criação de colmeias em propriedades rurais localizadas em diferentes regiões do estado. “Vivo daquilo que amo. Existem dias em que estou trabalhando e nem percebo, porque cuidar das abelhas faz parte da minha identidade. O campo me trouxe mais liberdade, propósito e a sensação de estar exatamente onde deveria”, diz.
O papel da mulher no agronegócio Atuando em um segmento que ainda conta com baixa representatividade feminina, Suzy destaca a importância da autoconfiança para desbravar novos caminhos. “Não devemos ter medo de ocupar espaços. Não precisamos provar nossa força o tempo inteiro”, conta ela.
Projeto Abelha Verde e impacto social Além da produção comercial, a profissional lidera o Projeto Abelha Verde, iniciativa focada no resgate de enxames em perímetro urbano. Os insetos salvos são doados para pequenos produtores da zona rural, que também ganham acesso a treinamentos especializados e suporte técnico para desenvolver a atividade de forma sustentável.
A trajetória de Suzy Cardoso evidencia como a apicultura pode servir de ferramenta para o desenvolvimento sustentável e a inclusão social no campo brasileiro.
Fonte: CARAS Brasil






