As incertezas em torno da demanda futura por soja e seus subprodutos nos Estados Unidos agitaram o mercado internacional nesta terça-feira (13).
Mercado monitora compras asiáticas e USDA Investidores mantiveram o foco na possibilidade de novas aquisições por parte da China e em potenciais alterações na política de biocombustíveis norte-americana. Mesmo com esse cenário de expectativas, o contrato com vencimento em novembro terminou a sessão na Bolsa de Chicago com retração de 0,31%, negociado a US$ 12,83 por bushel.
Expectativa de novos anúncios oficiais De acordo com informações da consultoria Granar, boatos sobre novas vendas de soja dos Estados Unidos para o mercado chinês movimentam as negociações. Operadores aguardam que eventuais confirmações sejam divulgadas pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) em seu relatório desta quarta-feira (14).
Influência do óleo de soja e do petróleo Enquanto isso, a valorização do óleo de soja — impulsionada pelo avanço das cotações do petróleo — ajudou a dar sustentação aos preços dos derivados e exerceu influência sobre toda a cadeia da oleaginosa.
O impacto das refinarias e combustíveis As cotações do petróleo ultrapassaram a marca de US$ 90 por barril após uma reportagem da Bloomberg revelar os planos da EPA (Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos). O órgão pretende compensar o volume de demanda por biocombustíveis que deixou de existir devido às isenções concedidas a pequenas refinarias, aliviando temporariamente as regras de mistura de combustíveis renováveis.
O encerramento do pregão reflete um momento de cautela dos agentes financeiros, que equilibram especulações de demanda externa com fatores macroenergéticos globais.
Fonte: CNN Brasil






