Três importantes líderes do setor produtivo rural brasileiro manifestaram forte apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) para o segundo turno da eleição presidencial, marcado para este domingo (25). Os dirigentes destacam que a vitória do candidato representará uma transformação urgente na condução da política nacional e na economia do país.
Visão dos sindicatos sobre a reta final Paulo Junqueira, que comanda o Sindicato Rural de Ribeirão Preto, relatou sua participação ativa na campanha e ressaltou o entusiasmo popular observado em viagens pelo Norte e Nordeste.
“Estou engajado na campanha de Flávio Bolsonaro desde o início e integro a caravana que nos últimos dias visitou os Estados do Nordeste e Norte. Os encontros de Flávio com os eleitores em todas as regiões do País emocionam pelo carinho e apoio registrados, principalmente pelos jovens e mulheres. O que temos visto pode ser qualificado como surreal, indescritível. Até porque difere das pesquisas veiculadas pela mídia e que são feitas apenas nas grandes capitais”, afirmou o dirigente.
Ele também pontuou que o cenário nas ruas diverge dos levantamentos tradicionais e criticou a falta de renovação no campo adversário.
“Quando saímos desta bolha entendemos a “virada” que Flávio impôs ao candidato do PT no 1º turno. E não tenho nenhuma dúvida, ao contrário até, ele se consagrará como vitorioso nesta que é a eleição mais importante da história brasileira, pois reflete a opção que os eleitores terão em votar na mudança ou na manutenção do status quo imposto por duas décadas de Lula e do petismo, na verdade ou na mentira, na esperança ou na desesperança, na modernidade ou no atraso, na ética ou na antiética, na honra ou na desonra ou da honestidade e da desonestidade”, acrescentou.
Expectativas para o setor produtivo O secretário da Agricultura e Abastecimento e vice-presidente do Sindicato Rural de Araraquara, João Henrique de Souza Freitas, apontou que o pleito atual redefine os rumos do país, mencionando gargalidades atuais no crédito agrícola e a necessidade de ministros técnicos.
“Chegamos à reta final do pleito eleitoral que ficará na história do nosso País. Gostaria que os cientistas e analistas políticos bem como os responsáveis pelas pesquisas, apontassem o destino dos votos dos candidatos da chamada terceira-via. Não será surpresa para ninguém se a vitória de Flávio for por diferença maior do que aqueles que são anunciados pela mídia”, declarou.
Ele reforçou as críticas aos juros elevados e aos recursos travados para a safra atual.
“Como produtor rural, estou com a documentação para financiamento de plantio desta nova safra parado há mais de 30 dias numa instituição financeira. Eles alegam dificuldades em relação a liberação dos recursos represados pelo governo federal. Ou seja, fez festa para anunciar o “maior financiamento do Plano Safra da história”, mas se esqueceram que este governo nos impõe uma taxa de juros das mais altas do planeta e ao mesmo tempo não libera os recursos reivindicados pelos produtores rurais”, completou.
Impacto econômico e cenário político Por sua vez, Tiago Jacinto, presidente do Sindicato Rural de Presidente Prudente, enfatizou que o pleito representa um divisor de águas contra a continuidade do atual modelo político e econômico.
“A eleição deste domingo será o divisor de águas de um Brasil dividido e representa o futuro do País. Temos o direito de escolher entre a mudança e a manutenção do ciclo de um único líder que usa seu partido para se manter no poder. Ou o Brasil começa a se reorganizar para avançar nos índices econômicos e sociais ou permanece dividido e nos tornamos um país favelado como a Venezuela e a Bolívia, como tantos outros”, pontuou.
O dirigente reforçou que o setor enfrenta momentos desafiadores devido ao atual patamar de juros e à carga tributária, defendendo que uma nova gestão na Presidência da República trará estabilidade, previsibilidade jurídica e um ambiente propício para a atração de investimentos internacionais.
Fonte: brasilagro.com.br






