O prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira (PL), expressou fortes críticas à condução da economia nacional pelo Partido dos Trabalhadores e defendeu o nome do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para a disputa presidencial.
Impacto da inflação no cotidiano
Durante conversa com jornalistas, o chefe do Executivo do segundo maior polo econômico de Mato Grosso enfatizou que a inflação elevada, os juros altos e a queda nos investimentos prejudicam severamente os trabalhadores e a cadeia produtiva regional.
Segundo o gestor municipal, a erosão do poder aquisitivo é o principal motivo do descontentamento da população. “Ninguém consegue viver com essa carestia, o salário não chega no final do mês, não dá para pagar as contas. Pelo amor de Deus, ninguém hoje consegue financiar uma casa, um carro ou imóvel, porque o juro está no teto, o poder de compra caiu lá embaixo”, alertou o prefeito.
Crise no setor agropecuário
Representando uma das regiões mais fortes do agronegócio nacional, Cláudio Ferreira argumentou que a atual política econômica e a insegurança jurídica espantam os capitais e travam o crescimento do campo.
“A sociedade não pode mais dar continuidade a essa política ultrapassada do PT, que está afundando a economia e afugentando os investimentos do país. Nós temos uma fuga de capital do Brasil, ninguém está investindo. Até o agronegócio tem recuado”, cobrou o gestor municipal.
Alternativa para o futuro político
Diante de um cenário marcado por dificuldades financeiras e polarização, o prefeito afirmou que a figura de Flávio Bolsonaro simboliza a renovação almejada pelos eleitores e a ponte ideal com os produtores e trabalhadores. “O povo quer mudanças e a mudança de verdade é o Flávio Bolsonaro”, garantiu.
Por fim, o administrador municipal reforçou a urgência de uma figura pública focada em pacificar as instituições e retomar o desenvolvimento econômico de forma sustentável. “É chegada a hora de ter um presidente que une o Brasil, que une o setor produtivo, que une a classe trabalhadora e conversa com todos os setores; que não divida”, finalizou Cláudio Ferreira.
Fonte: O Documento






