O agronegócio brasileiro deve redirecionar o foco das exportações para além do volume bruto e priorizar o padrão qualitativo da oleaginosa, como estratégia para mitigar eventuais quedas nas aquisições realizadas pela China, principal comprador do produto nacional. A adoção de uma tabela de preços baseada no índice proteico surge como uma alternativa viável para garantir a segurança no setor.
Novos modelos de contratos comerciais
A transição para acordos comerciais fundamentados em atributos de qualidade tende a separar o grão destinado à alimentação humana daquele aplicado na nutrição de animais. Essa segmentação tem potencial para suprir exigências pontuais do setor de rações e assegurar a relevância do produto brasileiro no mercado chinês.
Debate sobre segurança alimentar
A avaliação foi apresentada por Guilherme Bastos, coordenador do FGV Agro. O especialista integrou os debates de um encontro focado nas parcerias bilaterais entre Brasil e China voltadas para a segurança alimentar do futuro, realizado nesta quinta-feira (15), na capital paulista.
Com o acirramento da concorrência internacional e a busca por maior eficiência nas cadeias de suprimento, a adaptação do modelo exportador brasileiro é vista como um passo determinante para manter a competitividade a longo prazo.
Fonte: CNN Brasil






