O agronegócio brasileiro alcançou a marca de 700 novos mercados internacionais conquistados durante a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O número representa um salto expressivo frente ao ciclo de governo anterior, quando foram registradas 241 aberturas comerciais para o setor produtivo nacional.
Disputa pela liderança global nas exportações
O balanço foi apresentado pelo ministro da Agricultura, André de Paula, durante agenda oficial realizada nesta terça-feira (13), em Brasília. Segundo o titular da pasta, o desempenho comercial do Brasil somou US$ 169 bilhões em vendas acumuladas em 2026, montante que colocou o país a uma distância de apenas US$ 2 bilhões dos Estados Unidos. A expectativa governamental é ultrapassar os concorrentes norte-americanos e fechar o ano no topo do ranking mundial de fornecimento de alimentos.
Parte importante dessa expansão comercial decorre da parceria com a China, que recentemente autorizou a compra de miúdos suínos brasileiros. O mercado chinês consolidou-se como o principal destino do setor, sendo responsável pela entrada de US$ 1 a cada US$ 3 movimentados pelo comércio exterior do país — um fluxo três vezes superior ao registrado com os norte-americanos.
Avanço expressivo do PIB e projeções de safra
Além do comércio exterior, a produção primária e a geração de riquezas mantêm ritmo acelerado. André de Paula apontou que o PIB agropecuário cresceu oito vezes mais na atual gestão, com a estimativa de atingir 29% ainda neste ano. No campo produtivo, as previsões oficiais apontam para um volume de 366 milhões de toneladas para o ciclo agrícola de 2026/27.
Volume histórico de crédito rural
O financiamento ao setor produtivo também foi destacado como motor desse desempenho. A edição atual do Plano Safra mobiliza mais de R$ 610 bilhões distribuídos entre médios, grandes produtores e a agricultura familiar. Com esse aporte, a soma total de recursos direcionados ao campo ao longo dos quatro anos do atual governo ultrapassa a marca de R$ 1 trilhão.
Fonte: SpaceMoney






