O vice-presidente Geraldo Alckmin comemorou nesta terça-feira (13) a consolidação de 700 novos mercados internacionais voltados para o agronegócio do país durante solenidade realizada na sede do Ministério da Agricultura e Pecuária.
A relevância do comércio global
O evento contou com a presença de autoridades de peso, incluindo o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, o ministro da Indústria, Márcio Elias Rosa, e o chanceler Mauro Vieira. Durante seu discurso, o vice-presidente pontuou que comércio exterior é um pilar indispensável para o desenvolvimento econômico e industrial.
“O comércio exterior é fundamental para podermos crescer. Algumas indústrias nem existiriam se não exportassem. A Embraer não existiria, porque não existe indústria aeronáutica para vender só para dentro do país. A Engesa fechou porque não existe indústria de defesa se for vender só para o Exército brasileiro. O comércio exterior é fundamental”, declarou Alckmin, enfatizando também o potencial de expansão para o setor de pescado.
Sanidade e diplomacia internacional
O avanço comercial brasileiro no exterior é resultado direto da excelência nos controles sanitários e da atuação estratégica da diplomacia do país na busca por novas parcerias.
“Foram fundamentais nesse trabalho a ótima saúde, a parte sanitária, animal e vegetal, e o Brasil se destaca nisso, e a lavoura diplomática, com o Brasil trabalhando no mundo inteiro para abrir novos mercados”, afirmou o vice-presidente, relembrando a transição histórica de um passado recente em que a nação importava mantimentos.
Liderança global e redução de burocracia
A projeção oficial aponta para um marco inédito na balança comercial internacional até o encerramento do ano corrente, impulsionando a geração de postos de trabalho e o fortalecimento financeiro interno.
“Nós devemos chegar ao fim do ano sendo o maior exportador do mundo de alimentos. Isso significa emprego, renda, empresas crescendo, a economia crescendo, as pessoas tendo melhores empregos e podendo avançar”, projetou o político.
Para sustentar esse ritmo de crescimento, o governo avalia que o país precisa adotar medidas para otimizar processos e eliminar travas burocráticas tradicionais, destacando a eficiência de ferramentas como o portal único federal para transações externas.
“Temos que aprender com a Ásia e diminuir custos, bem como diminuir custos e nossa herança cartorial”, concluiu.
Fonte: Brasil 247






